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Senhora
Senhora é uma telenovela brasileira produzida pela TV Globo e exibida de 30 de junho a 17 de outubro de 1975, em 80 capítulos, substituindo O Noviço e sendo substituída por A Moreninha. Foi a 6ª "novela das seis" exibida pela emissora.
É uma adaptação do romance homônimo, de José de Alencar, sendo adaptada por Gilberto Braga com direção de Herval Rossano. Foi a primeira novela global em cores no horário das seis da tarde.
Conta com Norma Blum, Cláudio Marzo, Fátima Freire, Alberto Pérez, Zilka Salaberry, Osmar Prado, Paulo Ramos e Miriam Pires nos papeis principais.
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| Osmar Prado e Fátima Freire |
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| Ida Gomes |
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| Cléa Simões |
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| Miriam Pires |
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| O prédio da antiga embaixada da Argentina, em Botafogo no Rio de Janeiro, foi escolhido para as tomadas externas da novela |
SINOPSE
A novela acompanha a história da jovem Aurélia Camargo (Norma Blum), uma moça que se apaixona pelo jovem ambicioso jornalista Fernando Seixas (Cláudio Marzo), que também se apaixona pela moça, mas a dispensa quando recebe o convite de se casar com Adelaide (Fátima Freire), filha de Tavares do Amaral (Felipe Wagner), um rico banqueiro. Se sentindo abandonada por seu grande amor, Aurélia sonho um dia tê-lo de volta. Até que, ao completar 18 anos, ela é surpreendida com a herança de um avô, e se torna uma mulher muito rica, permitindo que ela crie as próprias regras pra sua vida. Mas, para a sociedade da época, não era de bom tom que uma mulher gozasse de tamanha independência. Por isso Aurélia passa a contar com uma familiar distante, Dona Firmina Mascarenhas (Zilka Sallaberry), para lhe fazer as vezes de mãe, e com o administrador Sr. Lemos (Alberto Perez), para orientá-la nos negócios.
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Enquanto político e teórico do parlamentarismo brasileiro, José de Alencar, o autor da obra, alinhou-se à perspectiva da abolição gradual, defendeu a participação feminina na política através do voto, implementou o mecanismo jurídico do habeas corpus preventivo; participou como deputado de diversos mandatos na câmara e, por notoriedade, foi alçado ao cargo de Ministro da Justiça em 1868, na ocasião do Gabinete Itaboraí, no qual permaneceu pouco mais de dois anos. Enquanto romancista, teatrólogo, cronista e poeta, publicou obras inescapáveis para a compreensão do passado brasileiro.
"Há anos raiou no céu fluminense uma nova estrela. Desde o
momento de sua ascensão ninguém lhe disputou o cetro; foi proclamada a rainha
dos salões. Tornou-se deusa dos bailes; a musa dos poetas e o ídolo dos noivos
em disponibilidade. Era rica e famosa. Duas opulências, que se
realçavam como a flor em vaso de alabastro; dois esplendores que se refletem, como o raio de sol no prisma do
diamante. Quem não se recorda de Aurélia Camargo, que atravessou o firmamento
da corte como brilhante meteoro, e apagou-se de repente no meio do
deslumbramento que produzira seu fulgor? Tinha ela dezoito anos quando apareceu
a primeira vez na sociedade. Não a conheciam; e logo buscaram todos com avidez informações
acerca da grande novidade do dia. Dizia-se muita coisa que não repetirei agora,
pois a seu tempo saberemos a verdade, sem os comentos malévolos de que usam vesti-la
os noveleiros. Aurélia era órfã; tinha em sua companhia uma velha parenta,
viúva, D. Firmina Mascarenhas
que sempre a acompanhava na sociedade. Mas essa parenta não passava de mãe de encomenda, para condescender com os escrúpulos da sociedade brasileira, que naquele tempo não tinha admitido ainda certa
emancipação feminina. Guardando com a viúva as deferências devidas à idade, a moça não declinava um instante do firme propósito de governar sua casa e dirigir suas ações como entendesse. Constava também que Aurélia tinha um tutor; mas essa entidade era desconhecida, a julgar pelo caráter da pupila, não devia exercer maior influência em sua vontade, do que a velha parenta. A convicção geral era que o futuro da moça dependia exclusivamente de suas inclinações ou de seu capricho; e por isso todas as adorações se iam prostrar aos próprios pés do ídolo. Assaltada por uma turba de pretendentes que a disputavam como o prêmio da vitória, Aurélia, com a sagacidade admirável em sua idade, avaliou da situação difícil em que se achava, e os perigos que a ameaçavam. Daí provinha talvez a expressão cheia de desdém e um certo ar provocador, que eriçavam a sua beleza aliás tão correta e cinzelada para a meiga e serena expansão d'alma ".
https://drive.google.com/file/d/1YTTxvW02MIeX6A3Yg6y2RZFvgMOUksiQ/view?usp=sharing
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É só clicar para ver cenas da famosa telenovela
Tão longe de mim distante
Onde irá, onde irá o meu pensamento
Tão longe de mim distante
Onde irá, onde irá o meu pensamento
Quisera, saber agora
Quisera, saber agora
Se esqueceste, se esqueceste
Se esqueceste o juramento
Quem sabe se és constante
Se inda é meu teu pensamento
Minh'alma toda devora
Da saudade, da saudade, agro tormento
Tão longe de mim distante
Onde irá onde irá teu pensamento
Tão longe de mim distante
Onde irá, onde irá o meu pensamento
Quisera, saber agora
Quisera, saber agora
Se esqueceste, se esqueceste
Se esqueceste o juramento
Quem sabe se és constante
Se inda é meu teu pensamento
Minh'alma toda devota
Da saudade, da saudade
Da saudade agro tormento
Teatrinho Trol foi um programa de televisão infantil da TV Tupi do Rio de Janeiro, criado e dirigido por Fábio Sabag e patrocinado pela extinta fábrica de brinquedos Trol, que anos mais tarde passou a ter o patrocínio dos refrigerantes "Antártica" e ganhando o nome de "Grande Vesperal Antártica", onde nomes conhecidos da TV brasileira encenavam histórias clássicas como Chapeuzinho Vermelho e Cinderela para crianças e adultos. O Teatrinho Trol começou a ser transmitido em 1956, pela TV Tupi e ficou no ar até 1966.
Exibido por volta das 14h de domingo, inicialmente ao vivo e posteriormente gravado após a chegada do Videotape, a atração lançava mão de efeitos especiais para suas encenações. Tais como gelo seco e neve artificial feita de sabão. Tinha um mascote oficial, o Dom Trolino, que se comunicava apenas por mímica e era o simbolo da empresa patrocinadora. Sendo interpretado pela atriz Nair Amorim.
https://tvpediabrasil.fandom.com/pt-br/wiki/Teatrinho_Trol
O programa fez um grande sucesso em sua época. Chegando até a esvaziar as ruas do Rio de Janeiro no horário de exibição. Durante o Natal, a atração encenava peças em lugares especiais, como as escadarias do Teatro Municipal, fachadas de igrejas, hospitais, escolas, entre outros.
Norma Blum e Roberto de Cleto se destacavam por frequentemente atuarem como princesa e principe, respectivamente, nas peças. Enquanto Zilka Salabery se popularizou entre o público infantil por costumar fazer o papel de bruxa.
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Além da qualidade das histórias e do capricho da direção de Fábio Sabag, o programa conquistava as crianças pelos cenários e figurinos, que em plena década de 1950, eram trocados a cada intervalo e tinham muita qualidade e criatividade. O programa inovou em termos de efeitos especiais, utilizando pela primeira vez na tv, recursos como gelo seco, neve de sabão e muitas folhagens e árvores de verdade.
O “Teatrinho Trol” (1956-1966) marcou toda uma geração de crianças no Brasil. Apresentado sempre aos domingos, pouco depois do horário tradicional do almoço, o programa infantil apresentava com muita criatividade e encantamento adaptações televisivas das mais emblemáticas histórias do universo infanto-juvenil: dos clássicos contos de fada como Rapunzel e Chapeuzinho Vermelho, a versões dos filmes da Disney e até mesmo lendas orientais. Peças infantis brasileiras de grandes nomes como Maria Clara Machado e Lúcia Benedetti também ganharam vida na telinha do teatrinho. A atração criada pelo ator e diretor Fábio Sabag possuía um cast quase fixo: as princesas em geral eram interpretadas pelas atrizes Theresa Amayo, Myriam Pérsia (foto), Neide Aparecida, Norma Blum e Íris Brüzzi. Já os príncipes se revezavam entre Adriano Reys, Moacyr Deriquém, Roberto de Cleto, Aldo de Maio. E no papel da bruxa não tinha para ninguém: Zilka Salaberry era a hours concours. Pelo elenco passaram alguns dos maiores atores e atrizes do país à época: Fernanda Montenegro, Leonardo Vilar, Nathália Timberg, Raul Cortez, Marília Pêra, Ítalo Rossi, e dezenas de outros.
Disponível em : https://www.facebook.com/colecaomarcelodelcima/posts/o-teatrinho-trol-1956-1966-marcou-toda-uma-gera%C3%A7%C3%A3o-de-crian%C3%A7as-no-brasil-apresen/6805093012864697/?locale=pt_BR
Originalmente intitulada Choro e Poesia, a polca de Pedro de Alcântara foi composta em 1907. Em 1913, Catulo da Paixão Cearense escreveu uma letra para a música e a rebatizou
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