Pular para o conteúdo principal

Postagens em destaque

Pró-Música: uma ideia que deu certo

  Se fosse possível definir o Centro Cultural para a música em um verbo , esse verbo seria realizar. Criado em dezembro de 1971 para promover um concerto mensal de música erudita a instituição sem vínculo com o poder público ou fins lucrativos promoveu em 40 anos ininterruptos mais de 3800 eventos gratuitos para milhões de espectadores. ( do livro Centro Cultural Pró-Música, 40 anos, publicado em 2014 pela UFJF e escrito pelas jornalistas Gilze Bara e Lilian Pacce, e organizado pelo vice-presidente do Pró-Música, Júlio César de Souza Santos.)   Para saber mais detalhes do livro, é só clicar Juiz de Fora,  cidade vanguardista de grande prestígio nas artes especialmente na literatura,   de grande vocação cultural, tornou-se   referência também em música erudita. O Centro Cultural por sua vez ajudou a gestar e apoiou o crescimento de diversas manifestações artísticas abrindo as portas de seu teatro, sua galeria sua escola, projetos culturais de outros grupos ...

A riqueza do compartilhar

 


 A riqueza do compartilhar

 

É com prazer que dou o pontapé inicial na criação de um espaço que pretende ser o local de um rico compartilhamento de relatos, reportagens, fotos, lembranças, poemas, vídeos, podcasts, crônicas, entre outros. Não podemos perder de vista as grandes possibilidades que as redes sociais oferecem a seus usuários no que se refere a uma crescente ampliação das possibilidades comunicativas.

Nada é mais gratificante do que inventariar esse repertório pleno de sentidos, de emoções, sentimentos, afetos, imagens, símbolos e valores trazidos pela lembrança, onde várias vozes se entrecruzam e tecem narrativas de vidas.

É por meio das práticas sociais, mediadas por diferentes linguagens: verbal (oral, e escrita), não-verbal (corporal, visual, sonora) e, contemporaneamente, digital que as pessoas interagem —umas com as outras se afirmando como sujeitos sociais.

E no mundo online, as mais variadas práticas de linguagem são mobilizadas para afirmar novas identidades e consolidar as antigas por meio dos mais variados gêneros textuais, que por sua vez nos reportam a outros tantos textos — numa rica cadeia discursiva.

“Em vez de se reunirem em casa para folhear fotos de um álbum, hoje em dia as pessoas tendem mais a compartilhar fotos com amigos e parentes na Internet em sites de redes sociais como o Facebook ou em sites de compartilhamento de fotos” Barton e Lee(2015)

As atividades cotidianas se acham digitalmente transformadas e essas mudanças impactam as práticas comunicativas. Hoje é a tela ao invés da página

Reitero aqui meu apreço por pessoas que investem suas vidas no que é compartilhável, que é aquilo que dividimos com as pessoas como a literatura, a arte, a música, o conhecimento. A literatura, então, se configura como um rico acervo de vivências, da condição humana, de saberes e diversidade.

E espero que possamos, nós todos, resgatar esses pedaços de nós mesmos, que se extraviaram e como num quebra-cabeça, recompor visões de mundo onde cada um representa somente uma perspectiva.

 

 

Comentários