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Pró-Música: uma ideia que deu certo

  Se fosse possível definir o Centro Cultural para a música em um verbo , esse verbo seria realizar. Criado em dezembro de 1971 para promover um concerto mensal de música erudita a instituição sem vínculo com o poder público ou fins lucrativos promoveu em 40 anos ininterruptos mais de 3800 eventos gratuitos para milhões de espectadores. ( do livro Centro Cultural Pró-Música, 40 anos, publicado em 2014 pela UFJF e escrito pelas jornalistas Gilze Bara e Lilian Pacce, e organizado pelo vice-presidente do Pró-Música, Júlio César de Souza Santos.)   Para saber mais detalhes do livro, é só clicar Juiz de Fora,  cidade vanguardista de grande prestígio nas artes especialmente na literatura,   de grande vocação cultural, tornou-se   referência também em música erudita. O Centro Cultural por sua vez ajudou a gestar e apoiou o crescimento de diversas manifestações artísticas abrindo as portas de seu teatro, sua galeria sua escola, projetos culturais de outros grupos ...

Tristeza Beth Carvalho pot-pourri

 

 

 

 


Laraiára, laiá raiá raiá la, laiá raiá raiá laQuero de novo cantarVai tristeza
Tristeza, por favor vá emboraMinha alma que chora está vendo o meu fimFez do meu coração a sua moradiaJá é demais o meu penarQuero voltar àquela vida de alegriaQuero de novo cantar
Laraiára, laiá laiá raiá la, laiá raiá raiá laQuero de novo cantarVai tristeza
Tristeza, por favor vá emboraMinha alma que chora está vendo o meu fimFez do meu coração a sua moradiaJá é demais o meu penarQuero voltar àquela vida de alegriaQuero de novo cantar
Laraiára, laiá laiá raiá la, laiá raiá raiá laQuero de novo cantarLaraiára, laiá laiá raiá la, laiá raiá raiá laQuero de novo cantar
Madureira chorouMadureira chorou de dorQuando a voz do destino obedecendo ao divinoA sua estrela chamou
Madureira chorouMadureira chorou de dorQuando a voz do destino obedecendo ao divinoA sua estrela chamou
Gente modestaGente boa do subúrbioQue só comete distúrbioSe alguém lhe menosprezarAquela gente que mora na Zona NorteAté hoje chora a morte Da estrela do lugar
Madureira chorouMadureira chorou de dorQuando a voz do destino obedecendo ao divinoA sua estrela chamou
Vai barracãoPendurado no morroE pedindo socorroÀ cidade a teus pés
Vai barracãoTua voz eu escutoNão te esqueço um minutoPorque sei quem tu és
Barracão de zincoTradição do meu paísBarracão de zincoPobretão, infeliz
Ai barracãoPendurado no morroE pedindo socorroÀ cidade a teus pés
Ai barracãoTua voz eu escutoNão te esqueço um minutoPorque sei quem tu és
Barracão de zincoTradição do meu paísBarracão de zincoPobretão, infeliz
E aproveitaAproveita hoje porque a vida é uma sóO amanhã quem sabe se é melhor ou se é piorDeixa correr frouxo que esquentar não é legalSe o Brás é tesoureiro a gente acerta no finalPode crerPois Deus é brasileiro e a vida é um grande carnaval
E aproveitaAproveita hoje porque a vida é uma só(Uma só) o amanhã quem sabe se é melhor ou se é piorDeixa correr frouxo que esquentar não é legal(Se o Brás) se o Brás é tesoureiro a gente acerta no finalPode crerPois Deus é brasileiro e a vida é um grande carnaval
E dança e cantaDança, cantaPula, sacode, levanta a poeira do chãoDeita, rolaVai firme e forte na bola com disposiçãoBrinca, sambaPra quem tem sangue de bamba tudo é natural
se o Brás é tesoureiro a gente acerta no finalPode crer, pois Deus é brasileiro e a vida é um grande carnaval

 Barracão (1953). Samba. Composição: Luís Antonio e Oldemar

Madureira chorou Júlio Monteiro e Carvalhinho 

Tristeza Haroldo Lobo e Niltinho


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