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Pró-Música: uma ideia que deu certo

  Se fosse possível definir o Centro Cultural para a música em um verbo , esse verbo seria realizar. Criado em dezembro de 1971 para promover um concerto mensal de música erudita a instituição sem vínculo com o poder público ou fins lucrativos promoveu em 40 anos ininterruptos mais de 3800 eventos gratuitos para milhões de espectadores. ( do livro Centro Cultural Pró-Música, 40 anos, publicado em 2014 pela UFJF e escrito pelas jornalistas Gilze Bara e Lilian Pacce, e organizado pelo vice-presidente do Pró-Música, Júlio César de Souza Santos.)   Para saber mais detalhes do livro, é só clicar Juiz de Fora,  cidade vanguardista de grande prestígio nas artes especialmente na literatura,   de grande vocação cultural, tornou-se   referência também em música erudita. O Centro Cultural por sua vez ajudou a gestar e apoiou o crescimento de diversas manifestações artísticas abrindo as portas de seu teatro, sua galeria sua escola, projetos culturais de outros grupos ...

Carnaval 2024

 

E mais um Carnaval que se aproxima, trazendo muitas recordações !!!!!!!!!!!!!!!!!!!

"O Carnaval foi trazido ao Brasil pelos colonizadores portugueses entre os séculos XVI e XVII, manifestando-se inicialmente por meio do entrudo, uma brincadeira popular. Com o passar do tempo, o Carnaval foi adquirindo outras formas de se manifestar, como o baile de máscaras. O surgimento das sociedades carnavalescas contribuiu para a popularização da festa entre as camadas pobres."
 

O pintor Di Cavalcanti se popularizou ao retratar cenas do Carnaval.

 "A partir do século XX, a popularização da festa contribuiu para o surgimento do samba, estilo musical muito influenciado pela cultura africana, e do desfile das escolas de samba, evento que acabou sendo oficializado com apoio governamental. Nesse período, o Carnaval assumiu a sua posição de maior festa popular do Brasil."
Veja mais sobre "História do Carnaval no Brasil" em:

 https://brasilescola.uol.com.br/carnaval/historia-do-carnaval-no-brasil.htm

 

Emiliano Di Cavalcanti, Pierrot, Arlequim, Colombina, 1920.

https://revistaphilos.com/di-cavalcanti-125-anos/


 A Marcha -rancho

 

 

A marcha-rancho tem o mesmo compasso binário da marchinha mas, diferentemente desta, seu andamento é mais lento, cadenciado, e a linha melódica é mais elaborada. Enquanto as marchinhas, via de regra, têm letras curtas, a letra da marcha-rancho geralmente é mais longa e os temas melódicos e poéticos são mais dolentes.

Nos primeiros anos do século 20, ela se popularizou entre músicos de instrumentos de sopro. O nome veio do fato de que essas ‘orquestras’ improvisadas tocavam geralmente em ranchos carnavalescos do Rio de Janeiro. A diferença entre a marcha-rancho e as marchas convencionais era o seu ritmo mais lento e uma parte melódica melhor desenvolvida.

Possuem uma métrica  quaternária,  e uma  melodia  caracteristicamente tipicamente sincopada .

 

Que tal conhecer mais sobre essa marcha? Clique no link abaixo:

https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/artes/tributo-marcha-rancho.htm

 


"De andamento  mais lento, a marcha-rancho procura expressar sentimentos mais poéticos e mais românticos em suas letras"

https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcha-rancho

 


 Uma marcha-rancho de muito sucesso na voz da cantora Dircinha Batista

Hoje eu não quero sofrer
Eu não quero sofrer
Hoje eu não quero chorar
Deixei a tristeza lá fora
Mandei a saudade esperar, lá, rá, rá, rá
Hoje eu não quero sofrer
Quem quiser que sofra em meu lugar

Quero me afogar em serpentinas
Quando ouvir
O primeiro clarim tocar
Quero ver milhões de Colombinas
A cantar, trá, lá, lá, lá, lá, lá
Quero me perder de mão em mão
Quero ser ninguém na multidão
Lá, rá, rá, rá

 

 


 

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